Valderci Malagosini Machado mostra como logística e planejamento reduzem perdas e quebras no canteiro.
Valderci Malagosini Machado mostra como logística e planejamento reduzem perdas e quebras no canteiro.
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Como reduzir perdas e quebras com logística e planejamento?

De acordo com o Engenheiro Valderci Malagosini Machado, Como reduzir perdas e quebras na obra é uma pergunta que parece operacional, mas na prática é um tema de produtividade e previsibilidade. Se o seu objetivo é proteger margem, prazo e padrão de entrega, continue a leitura e entenda como a logística e planejamento sustentam um canteiro mais estável.

Onde as perdas nascem?

Perda é consequência de fricção. Quando o material chega sem conexão clara com a sequência de uso, ele passa a circular mais do que deveria: entra, sai, muda de lugar, vira obstáculo e volta a ser movimentado. À vista disso, quebras e avarias deixam de ser exceção e viram ruído cotidiano, muitas vezes disfarçado como “normal do canteiro”. O problema é que a soma das avarias pequenas impacta o sistema: bordas lascadas, peças fora de esquadro e deformações discretas exigem seleção, ajustes e correções no assentamento ou na montagem.

Como sugere o Engenheiro Valderci Malagosini Machado, as perdas não são apenas custos de material substituído. Elas consomem tempo de equipe, aumentam consumo de insumos de correção e enfraquecem a repetição, que é justamente o motor da produtividade em sistemas racionalizados.

Logística como engenharia de fluxo: Menos manuseio, mais previsibilidade

Logística eficiente não é “fazer caber”, é desenhar um fluxo com menos interferência entre etapas. Quando o canteiro trabalha com fluxo, cada componente percorre um caminho mais curto entre recebimento e aplicação, reduzindo oportunidades de impacto e apoiamento inadequado. Como resultado, a integridade do material é preservada, e o padrão dimensional chega mais inteiro à execução, o que melhora ritmo e acabamento.

Na visão do Diretor Técnico Valderci Malagosini Machado, o ganho mais relevante aparece na estabilidade do processo. Se o material circula menos é o caminho é previsível, o canteiro reduz improvisos, diminui paradas por falta de componente correto e mantém a equipe trabalhando dentro de uma lógica repetível, em vez de reagir a emergências.

A cadeia de movimentações: O custo invisível que explode no retrabalho

Em concreto e artefatos, o dano mais caro costuma ser o que não chama atenção no momento. Microtrincas, lascamentos e pequenas deformações podem não inviabilizar a peça imediatamente, porém geram perda distribuída: juntas mais abertas, alinhamentos mais difíceis e aumento de correções. Assim sendo, a obra perde produtividade sem perceber, pois o tempo extra aparece em centenas de pequenas decisões no campo.

Valderci Malagosini Machado apresenta estratégias práticas para minimizar desperdícios com um bom controle logístico.

Valderci Malagosini Machado apresenta estratégias práticas para minimizar desperdícios com um bom controle logístico.

Além disso, perdas e quebras costumam concentrar-se em pontos de transição: mudança de pavimento, área de içamento, zona de descarga e cruzamento de frentes. Quando essas transições não são tratadas como parte do planejamento, surgem conflitos de circulação e reorganizações constantes. A obra opera em “modo ajuste”, e o ajuste contínuo é o ambiente perfeito para perdas.

Sequência como proteção de qualidade

Planejar é reduzir a variabilidade. Em vez de pensar apenas em datas, o planejamento precisa definir coerência entre entregas, armazenamento e sequência de montagem ou assentamento. Tendo como referência a racionalização, Para o Diretor Técnico Valderci Malagosini Machado, o sistema construtivo só entrega produtividade quando a sequência é consistente e o canteiro evita exceções. Exceção exige adaptação, e adaptação multiplica movimentações.

Quando a sequência é coerente, a obra diminui remanejamentos e reduz o tempo em que o material fica exposto a risco, seja por tráfego de equipamentos, seja por empilhamento prolongado. Como resultado, a execução ganha constância, o acabamento passa a depender menos de correção e o cronograma sofre menos com interrupções para substituir peças danificadas.

Perdas como risco de desempenho: O efeito direto na entrega final

Como conclui o Engenheiro Valderci Malagosini Machado, reduzir perdas e quebras não é apenas economizar material. É preservar o desempenho do sistema. Peças avariadas introduzem variação dimensional e de integridade, alterando o comportamento do conjunto. Em pisos, isso pode se refletir em planicidade e estética. Em painéis, pode afetar interfaces e ligações. Em blocos, pode aumentar consumo de argamassa e instabilizar alinhamento. Dessa forma, a perda física se transforma em perda de qualidade percebida, que tende a ser a mais difícil de recuperar.

Autor: Richar Schäfer

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